Em Fá Sustenido
 
17 de Outubro de 2011

 

Desenho a carvão o negro da terra queimada.

Nem lágrimas sobram para te regar

Pobre barco encalhado

Que não te fizeste ao largo.

As cinzas são-te espalhadas em sombras

Manchas negras pelos campos

Outrora verdejantes

Poalha que o tempo almeja reacender em chama viva

Mas que a-penas alastra como chaga

Já sem sangue para verdejar.

 

musicado por fá# às 10:00 link da pauta
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