Em Fá Sustenido
 
17 de Outubro de 2011

 

Desenho a carvão o negro da terra queimada.

Nem lágrimas sobram para te regar

Pobre barco encalhado

Que não te fizeste ao largo.

As cinzas são-te espalhadas em sombras

Manchas negras pelos campos

Outrora verdejantes

Poalha que o tempo almeja reacender em chama viva

Mas que a-penas alastra como chaga

Já sem sangue para verdejar.

 

musicado por fá# às 10:00 link da pauta
Escalas:
Dificil comentar coisa tão linda!
Bjs
lilá(s) a 17 de Outubro de 2011 às 16:51
Até à tristeza se pode ir buscar beleza...
fá# a 17 de Outubro de 2011 às 20:27
Gostei tanto do teu poema.
É excelente.
Continua a desenhar... porque tens muito talento para a poesia.
Querida amiga, desejo-te um bom fim de semana.
Beijos.
Até de um desenho de carvão pode emergir alma...
:)
Bom fim de semana, amigo.

Bjos
fá# a 22 de Outubro de 2011 às 15:45
Muito forte e bonita esta foto, o poema , esse está sublime.
Parabéns!
Beijos
Manu
Obrigada, amiga! Por vezes há uma necessidade de romper negrumes...

Bjos
fá# a 7 de Novembro de 2011 às 19:12
Querida amiga, passei para te desejar uma boa semana.
Beijos.
Nilson Barcelli a 21 de Novembro de 2011 às 20:27
Obrigada e igualmente, amigo Nilson.
Hoje o sol brilha :)
fá# a 23 de Novembro de 2011 às 11:27
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