Em Fá Sustenido
 
16 de Abril de 2012

 

Bradam ao céu espinhos

Uma floresta de dores

Por dentro da janela escancarada

Um mundo alheio a tudo

E recheado de nada

 

Moldura de vento silente

Murmúrio cansado e dolente

Aroma de rosas bravias

Na esquina aguda do tempo

Que passa a rasgar os dias

 

musicado por fá# às 23:30 link da pauta
Escalas:
Poema e imagem completam-se na perfeição! lindo!
Bjs
lilá(s)) a 17 de Abril de 2012 às 23:44
Há molduras assim... que são feridas abertas!
:)
Bjs
fá# a 20 de Abril de 2012 às 13:13
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