Em Fá Sustenido
 
09 de Junho de 2012

 

Há distâncias forjadas

Tão mar

Habitáculos de cardos

E ervas salgadas

Águas em fogo

Areias de gelo

Pássaros calados

Tão noite

Tão sede

Tão saudade…

 

Mas haverá ainda manhãs

Tão mar

De sítios tranquilos

Radiantes

De flores

E perfumes.

E das pedras sairão fontes

Onde os pássaros feridos

Se hão-de banhar.

 

musicado por fá# às 16:10 link da pauta
Escalas:
Há distâncias, de facto, mas também há proximidades "Onde os pássaros feridos Se hão-de banhar".
Magnífico poema, gostei imenso das tuas palavras.
Beijo, querida amiga.
Obrigada, amigo Nilson!... sempre gentil. :)
Vamos (a)guardando essas proximidades...
Bjos
fá# a 12 de Junho de 2012 às 13:07
Magnifico poema...adorei!
Lynce a 11 de Junho de 2012 às 22:04
Obrigada! O sítio é inspirador. :)
fá# a 12 de Junho de 2012 às 13:08

De um mar de sede, outro mar espera para nascer da depuração das águas.
É desse mar imenso que bebemos, quando são de vento as nossas asas.

Lindíssimo o poema . Bela, a força inspiradora da paisagem.

Um beijinho, Fa.
Saciemos, assim, a sede nos mares que nos vão (pre)enchendo a alma.

Obrigada, Maria João. Beijinho :)
fá# a 20 de Junho de 2012 às 17:01
Vim à procura de mais...
Mas reli e continuei a gostar do teu poema.
Fá, querida amiga, tem um bom resto de semana.
Beijo.
Obrigada, meu amigo... sempre presente!

Há alturas em que as água ficam paradas, mas hoje já fiz um pouco de caminho ao encontro delas :)

Beijinhos
fá# a 10 de Julho de 2012 às 09:31
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