Em Fá Sustenido
 
24 de Abril de 2013

 


A aldeia aprisionada num esotérico submundo

Globo ocular à espreita da cidade exotérica

É verdade abafada de mentira

Extemporâneo entulho esférico

Frustrâneo dióspiro

Incomestível

Imperceptível forma de moléstia

Praga sem modéstia que não parte

Nem reparte

 

E dói o ritual

Ofício doloso

Numa bola de cristal


musicado por fá# às 22:21 link da pauta
Escalas:

E quanto doí, ver a aldeia aprisionada pelos seus próprios olhos esfomeados...

Triste, mas bonito este poema. Porque a poesia tem, também, de cumprir o propósito de abrir nos olhos novas águas.

Obrigada!
Um beijinho, Fá.
Maria João Martins a 10 de Junho de 2013 às 02:14
... das dores nossas do dia-a-dia (in)contidas num ciclo vicioso que não quebra mas nos quer quebrar...

vamos poetando.


Beijinhos, Maria João.
fá# a 12 de Junho de 2013 às 09:34
Com mais som
23 comentários
17 comentários
15 comentários
15 comentários
14 comentários
13 comentários
12 comentários
11 comentários
10 comentários
8 comentários
Abril 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
25
26
27
28
29
30
subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
blogs SAPO
Page copy protected against web site content infringement by Copyscape