Em Fá Sustenido
 
20 de Novembro de 2017

tocando o horizonte

O horizonte precisa da música das ondas

em preguiçoso espraiar

para ser tocado em escala de sol e vagar

 

musicado por fá# às 12:19 link da pauta
Escalas:
13 de Dezembro de 2013

 

Ai, quantas vezes
Ai quantas
O Amor 
A amizade
A fraternidade
São lâmpadas fundidas
Num emaranhado de fios...
Ai quantas!

 

 

A quantos aqui passam, um feliz e iluminado Natal!

E um Ano Novo de renovada Esperança!

musicado por fá# às 14:58 link da pauta
Escalas:
20 de Agosto de 2012

 

Escorrem poemas

Momentos de água

Deslizando em fendas

Talhadas a par e passo

 

Podem acordar os pássaros

Aprisionados no espelho

Soltarem-se do rio

Os doirados das nuvens

Do fundo das muralhas

Labaredas azuis

 

Que nas horas escuras ou leves

Imensas ou breves

Entre charcos e bordados

Palavras e pedras

Versos e pétalas

Há um espelho que nos reflecte

 

musicado por fá# às 20:12 link da pauta
Escalas: ,
09 de Junho de 2012

 

Há distâncias forjadas

Tão mar

Habitáculos de cardos

E ervas salgadas

Águas em fogo

Areias de gelo

Pássaros calados

Tão noite

Tão sede

Tão saudade…

 

Mas haverá ainda manhãs

Tão mar

De sítios tranquilos

Radiantes

De flores

E perfumes.

E das pedras sairão fontes

Onde os pássaros feridos

Se hão-de banhar.

 

musicado por fá# às 16:10 link da pauta
Escalas:
17 de Dezembro de 2011

 

Quase Inverno...

Um mergulho azul céu neste quase mar

 

Quase Natal...

Mergulho na alma deste quase verde olhar

 

Quase fim de ano...

E mais outro... quase a chegar

 

E em quase espelho estrelas renascer

Uma quase esperança fome

Agradecer e perdoar

E viver

Serenidade

Embalo perene

Quase...

Luar

 

 

Neste quase... Natal e Ano Novo

Os votos de Festas Felizes!

 

Bom 2012!

 

 

musicado por fá# às 18:16 link da pauta
Escalas: ,
26 de Agosto de 2011

 

Tenho uma alma-gaivota que não se confina ao chão

Um coração sempre com sede de ar

Um mar nos olhos que escorre do peito

Em leito de asas feito

 

É entre gaivotas que a minha alma voa

 

musicado por fá# às 17:26 link da pauta
Escalas:
20 de Junho de 2011

 

Fui perguntar às rochas
O que sentem
Quando o mar as abraça

 

Disseram-me
Que sentem arrepios molhados
Pois que o mar é irrequieto
E lhes dá beijos salgados
Que ora as veste de espuma branca
Ora as despe enamorado

 

Sentem-se amadas por ele
E outras vezes odiadas
Quando ele as prende e as força
Com os seus braços pesados
Sem ter remorso nem dor
Em abraços agitados
A ceder ao seu amor

 

musicado por fá# às 11:00 link da pauta
Escalas: ,
24 de Maio de 2011

 

Ouvi o mar chamar por mim, insistentemente.

 

Fiz silêncio e pus-me à escuta: era isso mesmo, o mar sussurrava-me ao ouvido aquela melodia de que eu começava a sentir falta.

 

Procurei-o ao cair da tarde. Na areia branca, húmida, deixei o rasto dos pés, junto com o das gaivotas seduzidas pela traineira do peixe.

 

O azul imergiu-me; a distância naufragou-me.

 

Deixei os pés afundarem-se na areia, submergidos pela rebentação das vagas, escorridos na espuma, embebidos nessa água, mas perdidos noutro sal, porque é outro longe que eu sinto.

 

As gaivotas, atraídas pelo odor do peixe, voam em redor do barco em busca de alimento.

 

Eu procuro outro barco. Atraída pelo fragor do mar, deixo mergulhar os pés e flutuo os sentidos nesse embalo, numa ânsia de me transportar para outro lado no meio do oceano... para lá; para lá: onde a saudade me dói.

 

musicado por fá# às 08:51 link da pauta
Escalas:
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